hipermetropia e astigmatismo os riscos e cuidados na cirurgia

HIPERMETROPIA E ASTIGMATISMO

Chega uma hora que quem tem algum problema de visão quer encontrar uma solução definitiva para poder deixar de fazer uso de lentes corretivas.

A questão não é meramente estética, já que algumas pessoas acabam não se adaptando ao uso das lentes de contato ou dos óculos.

 Como a visão funciona e qual é o problema

Para enxergar nitidamente o feixe de luz que atravessa os meios transparentes do olho (córnea, aquoso, cristalino e vítreo), chega até a retina transformando-se em um pulso nervoso que é transmitido ao cérebro. É o que chamamos de refração.

 

HIPERMETROPIA E ASTIGMATISMO

Quando a focalização dessa luz acontece, antes ou depois de chegar a retina, ocorrem os distúrbios refrativos, entre eles a hipermetropia e o astHIPERMETROPIA E ASTIGMATISMOigmatismo. Ambos podem ser corrigidos através da cirurgia refrativa.

Procedimento cirúrgico

A cirurgia refrativa geralmente é feita por meio de um equipamento chamado de Excimer Laser através dos modos PRK (Ceratectomia Fotorreativa) ou do LASIK (Laser-assisted in situkeratomileusis).

No PRK, a aplicação do laser ocorre diretamente no tecido superficial da córnea, o que acaba tornando o pós-operatório mais desconfortável e um tempo de cicatrização maior comparado ao LASIK. Isso significa que a visão vai demorar mais tempo para se normalizar.

O modo LASIK, diferentemente do PRK, a cirurgia não faz ablação de superfície avançada, na qual se retira o epitélio da córnea. Como o procedimento é menos invasivo, já sem pode ver melhora na visão em 24 horas.

É importante lembrar que, apesar de o modo LASIK ser mais confortável e menos invasivo, não se pode optar por ele sem a realização de exames laboratoriais. Eles que vão apontar qual procedimento será o mais indicado para cada caso específico.

Riscos e contraindicações

Há estudos indicando que pacientes que possuem córnea muito fina ou astigmatismo irregular estão propensos a complicações como a ectasia, porém exames pré-operatórios vão detectar esses problemas.

Quando o procedimento cirúrgico é realizado adequadamente, os riscos são pequenos tendo em vista os benefícios obtidos com a cirurgia. Toda cirurgia tem seus riscos, mas a maioria das complicações desse procedimento, podem ser tratadas e não incidem em interferência na visão.

A complicação mais comum é a hiper ou hipocorreção uma espécie de resíduo do grau tratado. Na maioria dos casos essa situação é resolvida com uma pequena correção para retratar os pequenos graus residuais que pode ser feita alguns meses após a intervenção cirurgica.

A cirurgia não é indicada em casos de pessoas com doenças oculares pré-existentes como ceratocone, doenças retinianas, infecções oculares. Doenças sistêmicas, como doenças do colágeno, autoimunes e imunodeficiências, além de não poder ser realizada em gestantes ou na fase de aleitamento.

Cuidados pós-cirúrgicos e resultado final

Ao invés de tampão é aconselhável o uso de uma lente de contato terapêutica, por pelo menos uma semana. É usualmente aplicada após a cirurgia para que a superfície do olho cicatrize.

Como os olhos ficam secos, o uso de colírios indicados pelo oftalmologista é importante para diminuir o risco de infecções.

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